domingo, 9 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Coordenaria da Mulher de Santa Cruz do Capibaribe realiza rodada de entrevistas sobre a Lei Maria da Penha
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| Entrevista ao jornalista Cesar Mello |
Na próxima sexta-feira (07), a Lei Maria da Penha,
completara 9 anos de sua promulgação. Para comemorar as conquistas alcançadas
com a sanção desta lei, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe através da
Coordenadoria da Mulher, promoveu nesta quarta-feira (05) uma rodada de
entrevistas pelas rádios locais para divulgar a lei e esclarecer dúvidas da
população.
Promulgada em setembro de 2006, a lei 11.340/06
entrou em vigor, fazendo com que a violência contra a mulher deixasse de ser
tratada como um crime de menor potencial ofensivo. “A Lei Maria da Penha existe
para proteger a mulher dos casos de violência doméstica e familiar nos termos do artigo 226 da
Constituição Federal. Graças a oficialização desta lei, hoje existem várias medidas e penalidades que tem
contribuído para que os maus tratos a mulher sejam combatidos com mais rigor,”
declarou a Coordenadora da Mulher e do Centro de Referência e Atendimento a
Mulher, Iana Paula Sousa.
A lei acabou com as penas pagas em
cestas básicas ou multas, além de englobar, além da violência física e sexual,
também a violência psicológica, a violência patrimonial e violência simbólica.
“De forma resumida, a violência psicológica acontece através de humilhações ou
insultos. A violência patrimonial quando o cônjuge não a deixa trabalhar ou
controla o sua dinheiro; e a violência simbólica quando é alvo de piadas
relacionadas à inteligência, veiculação de publicidade que à objetifica e a
coloca como inferior, entre outras”, exemplificou Iana.
Ainda segundo a coordenadora, a mulher
que estiver com um processo em curso na justiça e venha a ser ameaçada ou
coagida pelo companheiro, poderá pedir o cumprimento das chamadas medidas
protetivas. “Estas medidas foram um grande avanço da lei. Caracterizam-se pelo
afastamento do cônjuge do lar, o impedimento de sua aproximação com a mulher e
dependendo da gravidade dos casos, até dos filhos. Foi uma forma eficaz de
conter os índices de violência contra a mulher em seu estágio inicial”, ressaltou
Iana Paula.
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| No Patrulha do Agreste, a coordenadora falou das ações da coordenadoria no municipio |
Conforme o texto constitucional, a lei ampliou
a pena de um para até três anos de prisão e determina o encaminhamento das
mulheres em situação de violência, assim como de seus dependentes, a programas
e serviços de proteção e de assistência social. Para garantir a efetividade da
Lei Maria da Penha, a Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe e a Coordenadoria
da Mulher, implantaram o Centro de Referência e Atendimento à Mulher, com o
objetivo de prestar atendimento sigiloso e sem a necessidade de marcar horário.
A Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem à Maria
da Penha Maia Fernandes, mulher cujo marido tentou matá-la duas vezes e por
mais de vinte anos lutou para ver seu agressor preso. Atualmente, se dedica à
causa do combate à violência contra as mulheres.
Coordenadoria Municipal da Mulher e Centro de Referência e
Atendimento à Mulher
Avenida José Moraes
da Silva, 230, centro, próximo ao SISPOL.
Funcionamento: De
Segunda a sexta-feira
Horário: das 8h as
14h
Fone: (81) 3731-1826
Texto e Fotos: Antonio Andrade
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Santa Cruz do Capibaribe se prepara para Conferencia Municipal de Assistência Social
Na manhã terça-feira (04), a secretária de Cidadania e
Inclusão Social, Alessandra Vieira, participou de diversos programas de rádio, convidando
toda a população para participar da 8° Conferencia Municipal de Assistência
Social na próxima quinta-feira (06), a partir das 8h, na sede da ABB.
A Conferência é um encontro onde os usuários, os
trabalhadores e as entidades socioassistenciais junto com a gestão pública,
discutem o estágio de implementação do SUAS e a efetivação da garantia dos
direitos. “Este será um momento de debate e consolidação do Suas rumo a 2026.
Então, é necessário que os membros dos diversos setores da sociedade participem
da conferencia e nos ajude a desenvolver as políticas públicas sociais de nosso
município”, destacou a secretária de Cidadania e Inclusão Social, Alessandra
Vieira.
Segundo o presidente do Conselho Municipal de Assistencia
Social, Flávio Junior, o Sistema Único da Assistencia Social (Suas) regulamenta
as políticas públicas sociais. “É um sistema público que organiza, de forma
descentralizada, os serviços socioassistenciais no Brasil. Então, será uma
oportunidade da população sugerir meios e formas de tornar essas políticas
sociais acessíveis a todos”, ressaltou Flávio.
O enfrentamento das situações de desproteção social e a
cobertura dos serviços, programas, projetos, benefícios e transferência de
renda nos territórios, serão alguns dos temas abordados na Conferência. Além
disso, o Pacto Federativo e a consolidação do Suas, o fortalecimento da
participação e do controle social para a gestão democrática, também serão temas
estruturantes com o objetivo de apresentar propostas para melhorias nos
serviços sociais do município
Texto e Fotos: Antonio Andrade
Secretária de Cidadania e Inclusão Social promove I aulão de Zumba no bairro Santo Agostinho
Nem as baixas temperaturas,
impediram que dezenas de moradores do bairro Santo Agostinho e adjacentes
participassem do I Aulão de Zumba ou dança de ritmos, na noite da última
segunda-feira (03). O projeto desenvolvido pela Prefeitura de Santa Cruz do
Capibaribe através da Secretária de Cidadania e Inclusão Social percorrera
semanalmente os bairros da Terra da Confecções.
O exercício
mistura movimentos aeróbicos já conhecidos de quem faz atividade física com
ritmos e coreografias latinas, como a salsa e o merengue. Para
a idealizadora do projeto, a secretária de Cidadania e Inclusão Social,
Alessandra Vieira, o Aulão de zumba é mais que uma prática de exercícios. “Pra
mim foi muito gratificante ver a população abraçando a ideia do projeto
itinerante Zumba nos Bairros. Uma prova que as mulheres querem um momento de
lazer, cidadania e saúde,” ressaltou Alessandra Vieira.
Entre os
benefícios para saúde, está a queima de até 1.000 calorias em apenas uma hora
de aula, o condicionamento cardiovascular e a tonificação corporal por
completo. “Mesmo sem aparelhos, a atividade é muito intensa. Começamos com um
aquecimento, intercalamos com exercícios aeróbicos e movimentos de dança que trabalham os músculos de forma
localizada,” explicou o professor de dança e ritmos, André D’ Biasi.
A proposta
do aula de zumba foi aprovada não só pelas moradoras do bairro Santo Agostinho,
mas também dos bairros próximos que não perderam a oportunidade de aprender
novos ritmos. “Eu gostei bastante deste Aulão de Zumba, tirou o cansaço do meu
corpo e deixou-me mais disposta. Com certeza, na próxima semana, estarei aqui”,
declarou a dona de casa e moradora do Pedra Branca, Maria Betânia.
Nesta
terça-feira (04), o segundo Aulão de Zumba, acontecerá na Academia das Cidades,
as 19h, no bairro da Cohab. Como em toda atividade física, recomenda-se o uso
de roupas leves e tomar bastante líquido após os exercícios.
Texto e Fotos: Antonio Andrade
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Exposição Fotográfica Espelho D' Àgua chega a Santa Cruz do Capibaribe
Desde a última
quarta-feira (29), a população de Santa Cruz do Capibaribe está tendo a
oportunidade de conhecer o imaginário das populações ribeirinhas do São
Francisco, através da exposição fotográfica itinerante Espelho D’Àgua,
localizada na Avenida Padre Zuzinha, 221. A mostra é o resultado de um projeto homônimo realizado em 2010, que consistiu em
uma série de quatro oficinas de fotográfica artesanal.
O projeto
foi idealizado pela produtora, fotoativista e educadora Rachel Ellis, conta com
curadoria do fotoativista e educador Miguel Chikaoka (PA) e produção da Arraia
Produções, realizado com recursos do Funcultura. “Tendo o rio São Francisco
como leito comum e a fotografia como afluente, Espelho D’Agua é um convite para
navegar numa experiência que faz transbordar o sentido político e poético da
água”, ressalta Rachel Ellis. O projeto percorreu
6.000 km das margens do “Velho Chico” com oficinas de fotografia artesanal para
quatro comunidades ribeirinhas: Ilha da Assunção (PE), Olho d’Água do Casado
(AL), Fazenda Santarém (BA) e Quilombola Barra da Parateca (BA).
Durante a exposição
fotográfica, haverá a projeção de um vídeo,
registro das oficinas nas quatro comunidades, que inclui depoimentos dos
participantes sobre o processo de aprendizagem e de moradores com
relatos de histórias tradicionais. Além de um mural com o passo a passo de como
improvisar uma câmera fotográfica. “Essa exposição tem um olhar
diferenciado e interessante sobre a população ribeirinha. Pois, todas as
fotografias foram feitas com caixa de fósforo, através de uma técnica chamada
pinlux”, destacou o gestor de Cultura, Gilberto Geraldo. No último dia da
exposição, previsto para 29 de agosto, haverá
uma oficina de pinlux (fotografia pin hole com caixas de
fósforo).
Para não restar dúvidas que
estamos a margens do rio, o ambiente sonoro
ribeirinho será representado por recipientes microfonados cheios de água em que
as pessoas poderão interferir, entre outros formas de interação. A exposição
está aberta gratuitamente ao público de segunda a sábado, em dois turnos: das
7h às 17h e em seguida das 19h às 21h. Aos domingos, as visitas podem ser
realizadas das 8h às 12h. Para não comprometer a estrutura da exposição, a
organização solicita que as escolas públicas e privadas, que desejarem visitar a exposição, agendem suas visitas com o
gestor de cultura do município.
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